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Dicas e curiosidades

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Cuidados com lâmpadas fluorescente - Manejo e disposição

É recomendável que as lâmpadas a descartar sejam armazenadas em local seco, nas próprias caixas de embalagem original, protegidas contra eventuais choques que possam provocar sua ruptura. Essas caixas devem ser identificadas para não serem confundidas com caixas de lâmpadas novas.

Em nenhuma hipótese as lâmpadas devem ser quebradas para serem armazenadas, pois essa operação é de risco para o operador e acarreta a contaminação do local. Também não se deve afundar os pinos de contato elétrico para dentro da lâmpada para identificar aquelas que são inservíveis, pois os orifícios resultantes nos soquetes das extremidades da lâmpada permitem o vazamento do mercúrio para o ambiente.

Ao entrar em contato com lâmpadas quebradas o uso de avental, luvas e botas plásticas, é necessário. Quando houver quebra acidental de uma lâmpada, o local deve ser bem limpo por aspiração. Os cacos devem ser coletados de forma a não ferir quem os manipula e colocados em embalagem estanque, com possibilidade de ser lacrada, a fim de evitar a contínua evaporação do mercúrio liberado.


Instruções para acondicionamento e transporte de lâmpadas usadas

1. Acondicionar as lâmpadas fluorescentes nas caixas de papelão de embalagem originais e acomodar essas caixas, de preferência, dentro de um contêiner adequado.

2. Contêneires especialmente desenvolvidos para esse tipo de transporte, capaz de reter eventuais emanações de mercúrio.

3. Evitar choques no carregamento, manuseio e transporte do contêiner.

4. Não tombar o contêiner; mantê-lo sempre na posição normal.

5. O envio de lâmpadas tipo bulbo (de vapor de mercúrio, vapor de sódio, luz mista ou similares) pode também ser feito em tambores fechados.

Fonte: Gestão Ambiental, boletim No. 15, maio/junho 2003 - Centro de Referência em Gestão Ambiental para Assentamentos Humanos; Apliquim - www.apliquim.com.br

A preservação do meio ambiente pode começar em casa, com alguns cuidados simples. Na hora de ir às compras, por exemplo, prefira os produtos de limpeza biodegradáveis ou de embalagens retornáveis. Assim você estará ajudando a diminuir o acúmulo de resíduos tóxicos nos rios e mares e, principalmente, evitando jogar fora um material como o plástico, que demora centenas de anos para se decompor. Além disso, leve suas próprias sacolas para carregar as compras, pois você estará levando menos plástico para casa. Para limpar a casa limite o uso dos detergente. Uma solução de vinagre ou limão diluidos em água serve para limpar vidros e tirar gordura.

Para limpar o forno, basta uma solução de água quente com bicarbonato de sódio, que deve ser passada com um pano fino. Em lugar da naftalina, que afeta o fígado e os rins, utilize sachês com flores de lavanda. O desodorante de ambiente pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão. Além de gastar menos dinheiro, você vai estar evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e alergias. Não compre produtos em embalagens de aerossol, como cosméticos e inseticidas. Essas embalagens normalmente contém Clorofluorcarbonos (CFCs), que são os gases responsáveis pela formação do buraco na camada de ozônio.

Fonte: Fundo Mundial para a Natureza – www.wwf.org.br.

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